Archive for the ‘www.paulobranco.com’ Category

Fã número um

 Domingo passado, 18 de abril, ganhei um presente. Conheci uma senhora que em sua mocidade ouvia e colaborava com o primeiro programa de rádio que fiz em Curitiba, o “Paraná Bom Dia”, das 05 às 08 da manhã, diariamente na Rádio Independência, a Olga de Andrade Santos. Eu sabia da existência de Olga, mas nunca imaginava encontrá-la naquele dia. Foi uma alegria enorme constatar que minha fã número 1 está muito bem de saúde, realizada profissionalmente e ainda sonhando em conhecer Veneza-Itália. Tenho certeza que o sonho vai se realizar. Obrigado por tudo Olga, e um grande abraço do PB. 

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Maciel e o "casal 20" na B2

Foi em junho de 1990. Sob o comando da Fundação Nossa Senhora do Rocio, a Rádio Clube Paranaense contava com alguns sacerdotes em sua administração.

A linha de conduta dos funcionários certamente era uma das suas preocupações.

Um dia, um padre ligado à Rádio chamou para uma conversa particular os responsáveis pelo Departamento Comercial, Julio Mazepa e Emilson Pohl. Eles, após um período em que haviam trabalhado em empresas distintas, haviam voltado a trabalhar juntos na Bedois. Depois de muitos rodeios, cheio de constrangimento, o padre criou ânimo e, com muito respeito, perguntou se eles tinham entre si alguma ligação amorosa, em resumo, se eram um casal.

O impacto da pergunta deixou atônitos os dois eficientes profissionais.
Depois, começaram a rir e foram às gargalhadas.

E descobriram que o culpado daquele constrangedor equívoco era o “Véio Zuza” – esse era o apelido do Luiz Nivaldo Maciel. Emilson e Júlio formavam uma excelente dupla de vendedores e estavam sempre juntos nas visitas às Agências de Propaganda e aos clientes diretos. Assim, saiam juntos, voltavam juntos, freqüentemente no mesmo carro.

Gozador inveterado, o Luiz Nivaldo os chamava de “Casal 20”. Era a maior gozação.

Estando em Roma com a equipe de Lombardi Júnior, na Copa do Mundo de 90, o “Véio Zuza” maldosamente enviou uma “cartolina postale”, assim os italianos chamam os conhecidos cartões postais que são remetidos sem envelope.

O cartão chegou à Rádio e foi lido por todo mundo. Estava escrito no cartão:
“Agora que vocês voltaram a formar o “Casal 20″, Roma seria o local ideal para a Lua de Mel”.

Todo mundo entendeu que era gozação, menos o ingênuo e zeloso sacerdote.
O Luiz Nivaldo festejou com gargalhadas a confusão que arrumou para os seus amigos.

E os nossos arquivos ganharam mais um fato cômico.

Cartão enviado de Roma por Luiz Nivaldo Maciel. A gozação deixou Júlio Mazepa e Emilson Pohl em maus lençóis, provocando muitas gargalhadas da turma da Bedois.

fonte: Site do Ubiratan Lustosa

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Foi em junho de 1990. Sob o comando da Fundação Nossa Senhora do Rocio, a Rádio Clube Paranaense contava com alguns sacerdotes em sua administração.

A linha de conduta dos funcionários certamente era uma das suas preocupações.

Um dia, um padre ligado à Rádio chamou para uma conversa particular os responsáveis pelo Departamento Comercial, Julio Mazepa e Emilson Pohl. Eles, após um período em que haviam trabalhado em empresas distintas, haviam voltado a trabalhar juntos na Bedois. Depois de muitos rodeios, cheio de constrangimento, o padre criou ânimo e, com muito respeito, perguntou se eles tinham entre si alguma ligação amorosa, em resumo, se eram um casal.

O impacto da pergunta deixou atônitos os dois eficientes profissionais.
Depois, começaram a rir e foram às gargalhadas.

E descobriram que o culpado daquele constrangedor equívoco era o “Véio Zuza” – esse era o apelido do Luiz Nivaldo Maciel. Emilson e Júlio formavam uma excelente dupla de vendedores e estavam sempre juntos nas visitas às Agências de Propaganda e aos clientes diretos. Assim, saiam juntos, voltavam juntos, freqüentemente no mesmo carro.

Gozador inveterado, o Luiz Nivaldo os chamava de “Casal 20”. Era a maior gozação.

Estando em Roma com a equipe de Lombardi Júnior, na Copa do Mundo de 90, o “Véio Zuza” maldosamente enviou uma “cartolina postale”, assim os italianos chamam os conhecidos cartões postais que são remetidos sem envelope.

O cartão chegou à Rádio e foi lido por todo mundo. Estava escrito no cartão:
“Agora que vocês voltaram a formar o “Casal 20″, Roma seria o local ideal para a Lua de Mel”.

Todo mundo entendeu que era gozação, menos o ingênuo e zeloso sacerdote.
O Luiz Nivaldo festejou com gargalhadas a confusão que arrumou para os seus amigos.

E os nossos arquivos ganharam mais um fato cômico.

Cartão enviado de Roma por Luiz Nivaldo Maciel. A gozação deixou Júlio Mazepa e Emilson Pohl em maus lençóis, provocando muitas gargalhadas da turma da Bedois.

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Grandes radialistas e suas gafes – Irene Morais

A excelente radiatriz tinha de dizer, num certo trecho da novela:
– Estou cansada como uma caminhante…

Mas disse:
– Estou cansada como uma CAMINHONETE

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Grandes radialistas e suas gafes – Vicente Mickosz

fonte: Site do Ubiratan Lustosa

Quando comecei no Rádio, mais precisamente na Rádio Marumby, também iniciava a sua carreira o locutor Vicente Mickosz. Grande colega, excelente companheiro, ficamos amigos pelos anos afora. O tempo passou, deixamos aquela Emissora, e um dia ele assumiu a direção da Rádio Paraná. Em época mais recente, dirigiu também a Rádio Clube Paranaense. Passou a ser um dos baluartes da “Lumen”, entidade católica de comunicação social.

Vicente Mickosz e eu, iniciantes no Rádio, desejosos de progredir na carreira, estabelecemos entre nós uma colaboração constante. Quando eu tinha dúvidas sobre alguma coisa, procurava o Vicente. Quando ele é que estava em dúvida, principalmente na pronúncia dos nomes de músicas italianas, era a minha vez de colaborar. E a gente foi progredindo e ambos nos tornamos diretores de Emissoras.

Eu lembro de uma gafe do Vicente.

Certa vez, com aquele nervosismo característico dos principiantes, Vicente Mickosz foi anunciar os falecimentos do dia, e foi assim que o fez:

– “Prezados ouvintes, é com o máximo prazer que anunciamos o falecimento das seguintes pessoas”.

Percebeu a gafe e ficou ainda mais nervoso, ficou vermelho, mas fazer o que, corrigir de que jeito? Ele foi adiante se esforçando pra não rir enquanto seus colegas se arrebentavam em gargalhadas.

Eu conto essas coisas para que os principiantes de agora não se apavorem ao cometer um engano. Os mais destacados radialistas do passado cometeram também, e continuaram batalhando e progrediram, e venceram.

Vicente Mickosz – um exemplo de dignidade profissional.

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Vicente Mickosz e eu, iniciantes no Rádio, desejosos de progredir na carreira, estabelecemos entre nós uma colaboração constante. Quando eu tinha dúvidas sobre alguma coisa, procurava o Vicente. Quando ele é que estava em dúvida, principalmente na pronúncia dos nomes de músicas italianas, era a minha vez de colaborar. E a gente foi progredindo e ambos nos tornamos diretores de Emissoras.

Eu lembro de uma gafe do Vicente.

Certa vez, com aquele nervosismo característico dos principiantes, Vicente Mickosz foi anunciar os falecimentos do dia, e foi assim que o fez:

– “Prezados ouvintes, é com o máximo prazer que anunciamos o falecimento das seguintes pessoas”.

Percebeu a gafe e ficou ainda mais nervoso, ficou vermelho, mas fazer o que, corrigir de que jeito? Ele foi adiante se esforçando pra não rir enquanto seus colegas se arrebentavam em gargalhadas.

Eu conto essas coisas para que os principiantes de agora não se apavorem ao cometer um engano. Os mais destacados radialistas do passado cometeram também, e continuaram batalhando e progrediram, e venceram.

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